Psicose e embriaguez – psicopatologia fenomenológica da temporalidade Ver ampliado

Psicose e embriaguez – psicopatologia fenomenológica da temporalidade

Autor: Guilherme Messas

ISBN: 978-85-64586-94-9

Formato: 14x23 cm

Paginas: 382

Mais detalhes

R$ 50,00

Psicose e embriaguez – psicopatologia fenomenológica da temporalidade <p><strong style="font-size: 11px;">Psicose e embriaguez – psicopatologia fenomenológica da temporalidade</strong></p> <p><strong style="font-size: 11px;">Guilherme Messas</strong></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Este estudo investiga, por meio de extenso material clínico, as associações entre o uso de substâncias e os quadros psicóticos. A psicopatologia fenomenológica estrutural ultrapassa a mera descrição das experiências subjetivas, procurando atingir suas condições estruturais de possibilidade.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>O fio condutor da obra é a análise compreensiva da temporalidade, entendida como o fundamento antropológico responsável pela capacidade humana de fazer-se história singular. A aproximação do tema se dá pela compreensão da embriaguez como a experiência existencial básica, comum a todas as substâncias, a partir da qual se torna possível o acesso aos múltiplos sentidos que as psicoses assumem. Duas linhas investigativas são tomadas. Na primeira, descreve-se como a embriaguez, opondo-se ao fluxo natural da existência, adquire sentidos biográficos individuais que culminam em um desfecho psicótico. Na segunda, as relações entre a embriaguez e a existência são investigadas desde uma perspectiva tipológica. São examinadas três essências antropológicas, cujas temporalidades específicas permitem a distinção psicopatológica entre psicoses endógenas e exógenas.</span></span></p>
R$ 40,00

Psicose e embriaguez – psicopatologia fenomenológica da temporalidade

Guilherme Messas

Este estudo investiga, por meio de extenso material clínico, as associações entre o uso de substâncias e os quadros psicóticos. A psicopatologia fenomenológica estrutural ultrapassa a mera descrição das experiências subjetivas, procurando atingir suas condições estruturais de possibilidade.

O fio condutor da obra é a análise compreensiva da temporalidade, entendida como o fundamento antropológico responsável pela capacidade humana de fazer-se história singular. A aproximação do tema se dá pela compreensão da embriaguez como a experiência existencial básica, comum a todas as substâncias, a partir da qual se torna possível o acesso aos múltiplos sentidos que as psicoses assumem. Duas linhas investigativas são tomadas. Na primeira, descreve-se como a embriaguez, opondo-se ao fluxo natural da existência, adquire sentidos biográficos individuais que culminam em um desfecho psicótico. Na segunda, as relações entre a embriaguez e a existência são investigadas desde uma perspectiva tipológica. São examinadas três essências antropológicas, cujas temporalidades específicas permitem a distinção psicopatológica entre psicoses endógenas e exógenas.

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