Fazenda de cacos Ver ampliado

Fazenda de cacos

Autor: Marcelo Benini

ISBN: 978-85-64586-86-4

Formato: 14x21 cm

Paginas: 122

Mais detalhes

R$ 25,00

Fazenda de cacos <p><strong>Fazenda de cacos</strong></p> <p><strong>Marcelo Benini</strong></p> <p style="text-align: justify;">Fazenda de Cacos é o terceiro livro de Marcelo Benini, 44, mineiro de Cataguases e morador de Brasília-DF. O escritor Chico Lopes, no prefácio do livro, definiu assim a poesia de Benini: “Vejo em Benini esse namoro profundo de um homem que, de resto, é muito urbano, prosador lírico e ferido de cafés, ruas e seres esmagados pelo cinzento das chuvas impuras, com os ruídos, cheiros e cores do campo, dos matos atávicos.... Estão aqui Cataguases e seu Rio Pomba em belos poemas, estão aqui plantas e cheiros e voos do Cerrado, mas aqui está o Benini mais inteiro que se via em “O homem interdito”: na ironia do “Pas de deux”, cujo final é muito forte, na brevidade dura de “Nicolai”, e, entre muitos outros, nesse poema antológico sobre a velhice que é “Serás Juan Gelman”. Fico encantado com o poder de síntese da poesia de Benini. Em “A necessidade da escravidão”, cinco linhas bastam pra definir a vida de um casal e tudo que ela cala de opressivo, de triste, de irremediavelmente perdido. Sim, aqui estão a exaustão dos retratos em ruínas, a reflexão metafísica do “Agnistério”, o amor que, de mãos dadas, tenta olhar com fé para o futuro, suprimindo a raiva mútua dos amantes. Nada supera a violência de um ipê. Sua explosão de amarelos pode estar ali, convivendo com o negrume agourento dos urubus. A Natureza se exibe e despe com sua maravilhosa indiferença, florindo para justos e injustos. Benini deve ter se lembrado de que a História passa e o Mundo fica, ideia camusiana de “Núpcias, o Verão”, ao escrever que “o capim crescerá sobre todas as coisas”.</p>
R$ 20,00

Fazenda de cacos

Marcelo Benini

Fazenda de Cacos é o terceiro livro de Marcelo Benini, 44, mineiro de Cataguases e morador de Brasília-DF. O escritor Chico Lopes, no prefácio do livro, definiu assim a poesia de Benini: “Vejo em Benini esse namoro profundo de um homem que, de resto, é muito urbano, prosador lírico e ferido de cafés, ruas e seres esmagados pelo cinzento das chuvas impuras, com os ruídos, cheiros e cores do campo, dos matos atávicos.... Estão aqui Cataguases e seu Rio Pomba em belos poemas, estão aqui plantas e cheiros e voos do Cerrado, mas aqui está o Benini mais inteiro que se via em “O homem interdito”: na ironia do “Pas de deux”, cujo final é muito forte, na brevidade dura de “Nicolai”, e, entre muitos outros, nesse poema antológico sobre a velhice que é “Serás Juan Gelman”. Fico encantado com o poder de síntese da poesia de Benini. Em “A necessidade da escravidão”, cinco linhas bastam pra definir a vida de um casal e tudo que ela cala de opressivo, de triste, de irremediavelmente perdido. Sim, aqui estão a exaustão dos retratos em ruínas, a reflexão metafísica do “Agnistério”, o amor que, de mãos dadas, tenta olhar com fé para o futuro, suprimindo a raiva mútua dos amantes. Nada supera a violência de um ipê. Sua explosão de amarelos pode estar ali, convivendo com o negrume agourento dos urubus. A Natureza se exibe e despe com sua maravilhosa indiferença, florindo para justos e injustos. Benini deve ter se lembrado de que a História passa e o Mundo fica, ideia camusiana de “Núpcias, o Verão”, ao escrever que “o capim crescerá sobre todas as coisas”.

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