vírgula Ver ampliado

vírgula

ISBN: 978-85-64586-69-7

Formato: 14x21 cm

Paginas: 58

Mais detalhes

R$ 20,00

vírgula <p><span style="font-size: 10pt;">Depois de ter publicado dois livros de contos, <em>Da insensibilidade e seus afluentes</em> (2010) e <em>O livro da perda</em> (2011), Fábio de Oliveira lança agora seu primeiro conjunto de poemas. O tom, em grande medida existencial, se aproxima daquele que caracteriza seu segundo livro. Nascimento e morte, amor e separação, desejo e dor, perdas, lembranças e esquecimentos, tudo isso é matéria deste livro. O título, apresentado na fórmula simples de um sinal de pontuação “,”, não é mero enfeite; pelo contrário, dialoga com o conteúdo da obra. Como se trata de um livro sobre a vida e seus trajetos, nada mais adequado que a caracterização do ser humano em seu predicativo ontológico de “ser-com”. Assim, o par indivíduo/coletividade, no qual o ser humano se vê lançado desde que nasce, serve de base para a significação do título, que é, por sinal e muito embora, o mesmo de um dos poemas centrais da obra: “Vírgula”. O nome é o mesmo, mas a significação exige distinção. O “eu”, por suas particularidades, é supostamente único, mas confrontado com o “outro” (os outros) se vê obrigado a redefinir-se para se encontrar e se definir. “Vírgula” é a instância à que o indivíduo pode ainda dar nome; “,”, por ser conjunto, é o que não se traduz em palavras, senão em experiências do dia-a-dia, instâncias da participação do “outro”. Além disso, a ausência de sinais de pontuação em toda a obra calha com os instantes de vazio dessa mesma existência, à qual o “eu” tenta dar suas respostas cotidianamente, sempre paliativas em si, limitadas, transitivas, “vírgulas”.</span></p>
R$ 16,00

Depois de ter publicado dois livros de contos, Da insensibilidade e seus afluentes (2010) e O livro da perda (2011), Fábio de Oliveira lança agora seu primeiro conjunto de poemas. O tom, em grande medida existencial, se aproxima daquele que caracteriza seu segundo livro. Nascimento e morte, amor e separação, desejo e dor, perdas, lembranças e esquecimentos, tudo isso é matéria deste livro. O título, apresentado na fórmula simples de um sinal de pontuação “,”, não é mero enfeite; pelo contrário, dialoga com o conteúdo da obra. Como se trata de um livro sobre a vida e seus trajetos, nada mais adequado que a caracterização do ser humano em seu predicativo ontológico de “ser-com”. Assim, o par indivíduo/coletividade, no qual o ser humano se vê lançado desde que nasce, serve de base para a significação do título, que é, por sinal e muito embora, o mesmo de um dos poemas centrais da obra: “Vírgula”. O nome é o mesmo, mas a significação exige distinção. O “eu”, por suas particularidades, é supostamente único, mas confrontado com o “outro” (os outros) se vê obrigado a redefinir-se para se encontrar e se definir. “Vírgula” é a instância à que o indivíduo pode ainda dar nome; “,”, por ser conjunto, é o que não se traduz em palavras, senão em experiências do dia-a-dia, instâncias da participação do “outro”. Além disso, a ausência de sinais de pontuação em toda a obra calha com os instantes de vazio dessa mesma existência, à qual o “eu” tenta dar suas respostas cotidianamente, sempre paliativas em si, limitadas, transitivas, “vírgulas”.

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