De carrinho pela cidade: a prática do skate em São Paulo Ver ampliado

De "carrinho" pela cidade: a prática do skate em São Paulo

ISBN: 978-85-64586-74-1

Formato: 16x23 cm

Paginas: 232

Mais detalhes

R$ 40,00

De "carrinho" pela cidade: a prática do skate em São Paulo <p><span style="font-size: 10pt;">O que totaliza a prática do skate, seria observar tão somente a relação entre praticantes e o artefato aos seus pés? A etnografia de Giancarlo Machado mostra que, na verdade, os espaços da cidade aparecem contrapondo, justapondo e complementando importantes relações com a cidade. Pois esta é vivida e reinventada pela via da corporalidade e o cerne da concepção política de cidadania que exercitam é devedora desse amálgama entre espaços físicos (da cidade) e corpóreos (dos skatistas). A luta política-urbanística dos skatistas entre rua e pista é ditada por uma certa imanência. Mais que vislumbrar a metrópole e a vida mental estamos diante da “metrópole e a vida corporal”. Subjetividade moldada pela corporalidade, tais práticas ganham volume, densidade material, rugosidade, forma. E sendo exímios ouvires da forma, os skatistas mostram o que não vemos, exercício fundamental de quem percebe a cidade do ponto de vista das pequenas passagens, dobras, saliências, revelando ao mesmo tempo o conteúdo simbólico das práticas reificadas pelos olhares administrativos que se impõem constantemente sobre ela.</span></p> <p><span style="font-size: 10pt;"> </span><span style="font-size: 10pt;">Luiz Henrique de Toledo – professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSCar</span></p>
R$ 32,00

O que totaliza a prática do skate, seria observar tão somente a relação entre praticantes e o artefato aos seus pés? A etnografia de Giancarlo Machado mostra que, na verdade, os espaços da cidade aparecem contrapondo, justapondo e complementando importantes relações com a cidade. Pois esta é vivida e reinventada pela via da corporalidade e o cerne da concepção política de cidadania que exercitam é devedora desse amálgama entre espaços físicos (da cidade) e corpóreos (dos skatistas). A luta política-urbanística dos skatistas entre rua e pista é ditada por uma certa imanência. Mais que vislumbrar a metrópole e a vida mental estamos diante da “metrópole e a vida corporal”. Subjetividade moldada pela corporalidade, tais práticas ganham volume, densidade material, rugosidade, forma. E sendo exímios ouvires da forma, os skatistas mostram o que não vemos, exercício fundamental de quem percebe a cidade do ponto de vista das pequenas passagens, dobras, saliências, revelando ao mesmo tempo o conteúdo simbólico das práticas reificadas pelos olhares administrativos que se impõem constantemente sobre ela.

 Luiz Henrique de Toledo – professor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSCar

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