Sinfonia em Prosa - diálogos da história com a música Ver ampliado

Sinfonia em Prosa - diálogos da história com a música

Orgs. Eleonora Zicari C. de Brito, Mateus de Andrade Pacheco e Rafael Rosa

ISBN: 978-85-64586-60-4

Formato: 16x23 cm

Paginas: 422

Mais detalhes

R$ 50,00

Sinfonia em Prosa - diálogos da história com a música <p>“Minha música não quer ser sujeito/Não quer ser história/<br />Não quer ser resposta/Não quer perguntar”.<br />(Minha Música. Adriana Calcanhoto)</p> <p><br />É assim que numa de suas tantas inspiradas canções Adriana<br />Calcanhotto acena com um eu lírico que nos adverte que sua<br />música “quer só ser música”. Ora, bem sabemos que o esforço<br />de negação só existe quando se choca com a descoberta do que,<br />pretensa ou inevitavelmente, se é. É nesse sentido, na contracorrente<br />da canção, que seguem os artigos deste livro, pois os<br />autores aqui reunidos compartilham do entendimento de que<br />a música, à parte o esforço do artista para separá-la do mundo<br />como obra de arte, permanece intrinsecamente ligado a esse<br />mundo. Pelas perspectivas adotadas, a música serve para pensar<br />a realidade, para tentar compreendê-la de uma forma sensível.<br />Ela é uma fonte privilegiada que abre questões e possibilita<br />responder outras tantas, sem, contudo, encerrá-las. Nosso<br />trabalho foi justamente o de sondar outros tempos e engendrar<br />sentidos a partir dos questionamentos colocados pela música<br />e todo o universo que a cerca e a torna possível: compositores,<br />músicos, intérpretes, produtores... e até censores! Por  m, o<br />que se espera com este trabalho é atestar a validade e contribuir<br />para o campo de estudos que se vem constituindo no Brasil nas<br />últimas décadas. Um campo que, contrariando aqueles bonitos<br />versos, ouve a música como objeto e sujeito da história.</p>
R$ 40,00

“Minha música não quer ser sujeito/Não quer ser história/
Não quer ser resposta/Não quer perguntar”.
(Minha Música. Adriana Calcanhoto)


É assim que numa de suas tantas inspiradas canções Adriana
Calcanhotto acena com um eu lírico que nos adverte que sua
música “quer só ser música”. Ora, bem sabemos que o esforço
de negação só existe quando se choca com a descoberta do que,
pretensa ou inevitavelmente, se é. É nesse sentido, na contracorrente
da canção, que seguem os artigos deste livro, pois os
autores aqui reunidos compartilham do entendimento de que
a música, à parte o esforço do artista para separá-la do mundo
como obra de arte, permanece intrinsecamente ligado a esse
mundo. Pelas perspectivas adotadas, a música serve para pensar
a realidade, para tentar compreendê-la de uma forma sensível.
Ela é uma fonte privilegiada que abre questões e possibilita
responder outras tantas, sem, contudo, encerrá-las. Nosso
trabalho foi justamente o de sondar outros tempos e engendrar
sentidos a partir dos questionamentos colocados pela música
e todo o universo que a cerca e a torna possível: compositores,
músicos, intérpretes, produtores... e até censores! Por  m, o
que se espera com este trabalho é atestar a validade e contribuir
para o campo de estudos que se vem constituindo no Brasil nas
últimas décadas. Um campo que, contrariando aqueles bonitos
versos, ouve a música como objeto e sujeito da história.

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