A FEIRA dos MITOS Ver ampliado

A FEIRA dos MITOS

Autor: DURVAL MUNIZ DE ALBUQUERQUE JÚNIOR

ISBN: 978-85-64586-53-6

Formato: 16x23 cm

Paginas: 246

Mais detalhes

R$ 40,00

A FEIRA dos MITOS <p><strong>ALGUNS LIVROS de história se voltam para o passado com a intenção de descobrir “o que exatamente aconteceu”. Suas páginas se pretendem janelas através das quais o leitor seria transportado ao tempo dos mortos, quem sabe assim aplacando a angústia de sua própria finitude. Obcecada em ser mestra, essa escrita cultiva a ilusão da verdade e tenta explicar o presente como resultado lógico do encadeamento de fatos e processos. Outras obras de história se dirigem predominantemente ao futuro, desejosas de ditar diretrizes de ação. Anseiam saber de antemão o que ocorrerá, ou definir o que deverá acontecer.</strong><br /><strong>Para nossa alegria, há livros de história escritos para o presente. Anunciam em viva voz que sua matéria é a vida e os homens presentes. Assumindo-se como prática de seu tempo, não cogitam ocultar suas condições de produção ou seu lugar social. Antes, têm ganas de explicitá-los, apesar de saberem da impossibilidade de discursos plenos. Constroem-se como estratégia, movimentam-se como peça de jogo nos enfrentamentos do devir social-histórico. Para além de tentarem alcançar supostas verdades do passado ou iluminações do futuro, trazem a marca da necessidade gestada nos desafios contemporâneos mais decisivos. A feira dos mitos: a fabricação do folclore e da cultura popular (Nordeste, 1920-1930), de Durval Muniz de Albuquerque Junior, que o leitor tem em mãos, é uma dessas obras. (Regina Horta Duarte)</strong></p>
R$ 32,00

ALGUNS LIVROS de história se voltam para o passado com a intenção de descobrir “o que exatamente aconteceu”. Suas páginas se pretendem janelas através das quais o leitor seria transportado ao tempo dos mortos, quem sabe assim aplacando a angústia de sua própria finitude. Obcecada em ser mestra, essa escrita cultiva a ilusão da verdade e tenta explicar o presente como resultado lógico do encadeamento de fatos e processos. Outras obras de história se dirigem predominantemente ao futuro, desejosas de ditar diretrizes de ação. Anseiam saber de antemão o que ocorrerá, ou definir o que deverá acontecer.
Para nossa alegria, há livros de história escritos para o presente. Anunciam em viva voz que sua matéria é a vida e os homens presentes. Assumindo-se como prática de seu tempo, não cogitam ocultar suas condições de produção ou seu lugar social. Antes, têm ganas de explicitá-los, apesar de saberem da impossibilidade de discursos plenos. Constroem-se como estratégia, movimentam-se como peça de jogo nos enfrentamentos do devir social-histórico. Para além de tentarem alcançar supostas verdades do passado ou iluminações do futuro, trazem a marca da necessidade gestada nos desafios contemporâneos mais decisivos. A feira dos mitos: a fabricação do folclore e da cultura popular (Nordeste, 1920-1930), de Durval Muniz de Albuquerque Junior, que o leitor tem em mãos, é uma dessas obras. (Regina Horta Duarte)

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