Olhos Vesgos de Maquiavel Ver ampliado

Olhos Vesgos de Maquiavel

Autor: Fernando Cesário

ISBN: 978-85-64586-00-0

Formato: 14x21 cm

Paginas: 288


Mais detalhes

R$ 25,00

Olhos Vesgos de Maquiavel <p class="font_8"><strong>Fernando Cesário é a prova indiscutível de que é possível fazer (excelente) literatura fora dos grandes centros. Com paciência e sem alarde, ele vem construindo uma obra de fôlego: em curva ascendente, lançou Os algozes do sono, em 2000, e Alma de violino (Prêmio Lima Barreto), em 2004, culminando agora com este Olhos vesgos de Maquiavel. Herdeiro dos grandes mestres (e aqui há que se ressaltar o diálogo que estabelece com um Graciliano Ramos de São Bernardo ou um Machado de Assis de Dom Casmurro), sua narrativa é um interessante convite para a autoanálise: o leitor tem na história lida um espelho para suas próprias reflexões. (Luiz Ruffato)</strong></p> <p class="font_8"><strong>Diferentemente do que o título promete, Maquiavel não é o protagonista deste romance. Tampouco seus olhos vesgos (se é que eram mesmo vesgos). Na verdade, esta é uma história de amor. Uma história terrível, torturada, como todas as histórias de amor. Porém, não é só Bentinho e Capitu que assombram os Olhos vesgos de Maquiavel. Neste romance sobre o amor difícil ecoam diversas outras histórias tortuosas e enciumadas: a de Otelo e Desdêmona, a de Emma Bovary e Rodolphe, a de Charles Swann e Odette, a de Humbert e Lolita. Não passa despercebido a Vicente que Cristine reúne em si muito do temperamento e do charme enlouquecido dessas heroínas fatais. Ele nota isso em cada detalhe: "Nos seus olhos, naqueles olhos, surgiu um estranho brilho, que eu nunca vira: alucinado e insensato". (Nelson de Oliveira)</strong></p>
R$ 20,00

Fernando Cesário é a prova indiscutível de que é possível fazer (excelente) literatura fora dos grandes centros. Com paciência e sem alarde, ele vem construindo uma obra de fôlego: em curva ascendente, lançou Os algozes do sono, em 2000, e Alma de violino (Prêmio Lima Barreto), em 2004, culminando agora com este Olhos vesgos de Maquiavel. Herdeiro dos grandes mestres (e aqui há que se ressaltar o diálogo que estabelece com um Graciliano Ramos de São Bernardo ou um Machado de Assis de Dom Casmurro), sua narrativa é um interessante convite para a autoanálise: o leitor tem na história lida um espelho para suas próprias reflexões. (Luiz Ruffato)

Diferentemente do que o título promete, Maquiavel não é o protagonista deste romance. Tampouco seus olhos vesgos (se é que eram mesmo vesgos). Na verdade, esta é uma história de amor. Uma história terrível, torturada, como todas as histórias de amor. Porém, não é só Bentinho e Capitu que assombram os Olhos vesgos de Maquiavel. Neste romance sobre o amor difícil ecoam diversas outras histórias tortuosas e enciumadas: a de Otelo e Desdêmona, a de Emma Bovary e Rodolphe, a de Charles Swann e Odette, a de Humbert e Lolita. Não passa despercebido a Vicente que Cristine reúne em si muito do temperamento e do charme enlouquecido dessas heroínas fatais. Ele nota isso em cada detalhe: "Nos seus olhos, naqueles olhos, surgiu um estranho brilho, que eu nunca vira: alucinado e insensato". (Nelson de Oliveira)

Fale conosco

           Não encontrou o produto           desejado, envie-nos um           e-mail.

Telefone:11-2365-0744

Enviar e-mail

Newsletter

PayPal