O jornal e a cidade – um barroco de viés Ver ampliado

O jornal e a cidade – um barroco de viés

AutorAmálio Pinheiro (org). Micheliny Verunschk . Cibele Kerr Jorge . Hiran de Moura Possas . Victor Marques . Regina Helena Giannotti . Ana Cecilia dos Santos . Adriano Alves Fiore . Orlando Garcia . Mila Goudet . Dirceu Martins Alves . Abreu Paxe

ISBN: 978-85-8499-037-5

Mais detalhes

R$ 45,00

O jornal e a cidade – um barroco de viés <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>O barroco de que falamos se encadeia e se craveja com e a partir da paisagem visual do continente, arrefecendo a atuação dos sujeitos e dilatando a ação do múltiplo e variado das coisas da natureza/cultura. Vem de baixo, do lado e de fora para dentro. Acentua sempre o gesto físico e vocal, seja gráfico ou visual. Barroco barroso (o barro e a borra de Manoel de Barros), “ancestralidade bugra” e festeira de onça: feito a partir desse salto onceiro, desse outro-quase-homem se apossando do idioma.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Quando os melismas (essa ornamentação pré-silábica dos vozerios da mata e das ruas) agem, até as escritas ficam marchetadas pela paisagem florestal e urbana. Daí o método da tradução fundante, aquilo que enlaça o múltiplo e o variado em conjuntos sempre abertos de dentro para o exterior e vice-versa. Para este melaço barroco, antes de mais nada há a tradução entre voz e vegetação.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Isso tudo começa numa imprensa antes da imprensa, presente nas notícias dos cronistas das Índias, que expunham comparativamente essa alegria de índios, bichos e frutas de selva, essa crosta semovente de coisas, sílabas e plantas.</span></span></p>
R$ 36,00

O barroco de que falamos se encadeia e se craveja com e a partir da paisagem visual do continente, arrefecendo a atuação dos sujeitos e dilatando a ação do múltiplo e variado das coisas da natureza/cultura. Vem de baixo, do lado e de fora para dentro. Acentua sempre o gesto físico e vocal, seja gráfico ou visual. Barroco barroso (o barro e a borra de Manoel de Barros), “ancestralidade bugra” e festeira de onça: feito a partir desse salto onceiro, desse outro-quase-homem se apossando do idioma.

Quando os melismas (essa ornamentação pré-silábica dos vozerios da mata e das ruas) agem, até as escritas ficam marchetadas pela paisagem florestal e urbana. Daí o método da tradução fundante, aquilo que enlaça o múltiplo e o variado em conjuntos sempre abertos de dentro para o exterior e vice-versa. Para este melaço barroco, antes de mais nada há a tradução entre voz e vegetação.

Isso tudo começa numa imprensa antes da imprensa, presente nas notícias dos cronistas das Índias, que expunham comparativamente essa alegria de índios, bichos e frutas de selva, essa crosta semovente de coisas, sílabas e plantas.

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