Entre jogos e copas – reflexões de uma década esportiva Ver ampliado

Entre jogos e copas – reflexões de uma década esportiva

AutorEnrico Spaggiari, Giancarlo Marques Carraro Machado, Sérgio Settani Giglio (orgs.)

ISBN: 978-85-8499-049-8

Mais detalhes

R$ 50,00

Entre jogos e copas – reflexões de uma década esportiva <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Dribles, manobras, braçadas, golpes, identidades, negociações, conflitos, socia­bilidades, gestualidades, visibilidades, agenciamentos, alteridades, espetacula­rizações. Como registrada certa vez, por um dos organizadores em seu caderno de campo, a fala de um jovem boleiro traduzia: “tem que ter categoria”.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>De maneira muito perspicaz, a agenda esportiva estabelecida no país – que os organizadores preferem denominar de “década esportiva” – dos Jogos Pan-Americanos (2007) aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos (2016), é o ob­jeto das incursões multidisciplinares desta coletânea.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Nessa média duração conjuntural, há no entanto outras temporalidades significativas. Além dos tempos específicos de cada ensaio e de cada prá­tica esportiva analisada, entrelaçam-se gerações de pesquisadores, seja como autores seja como referências aos balanços bibliográficos mais am­plos e às revisitações pontuais apresentadas.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>As indagações acerca do legado acadêmico dessa década esportiva podem ser respondidas parcialmente pela própria constituição desse entrelaçamen­to. Há hoje no Brasil gerações diversas de pesquisadores que alargaram as fronteiras temáticas e revigoram, ora com frescor e inquietude, ora com ex­periência e maturidade, os debates metodológicos acerca das práticas espor­tivas e do que vem sendo definido como os Estudos Sociais do Esporte. Sim, temos massa crítica e volume investigativo de enorme qualidade.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Portanto, dos picos do skate às várzeas e arenas modernas; das piscinas às regatas e múltiplas topografias dos corpos; das expressões torcedoras às re­lações institucionais e políticas; da esportividade ameríndia entranhada na sociocosmologia do Alto Xingu às interseccionalidades sociais e das rela­ções de gênero; temos aqui um pouquinho de Brasil que pensa as práticas do esporte articulando visceralmente o campo acadêmico ao campo esportivo. (Flavio de Campos)</span></span></p> <p><span style="font-family: 'Myriad Pro', sans-serif;"><span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>Enrico Spaggiari, Giancarlo Marques Carraro Machado, Sérgio Settani Giglio (orgs.)</strong></span></span></span></span> </p> <p><span style="font-family: 'Myriad Pro', sans-serif;"><span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>Luiz Henrique de Toledo; Martin Curi; Sérgio Settani Giglio; Enrico Spaggiari; Leonardo Brandão; Giancarlo Marques C</strong></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>Das artes e seus percursos sensíveis</strong></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>arraro Machado; Carlos Eduardo Costa; Miriam Adelman; Leonardo Turchi Pacheco; Cláudia Maria de Farias; Marcos Silbermann; Luiz Fernando Rojo; Arlei Sander Damo</strong></span></span></span></span></p>
R$ 40,00

Dribles, manobras, braçadas, golpes, identidades, negociações, conflitos, socia­bilidades, gestualidades, visibilidades, agenciamentos, alteridades, espetacula­rizações. Como registrada certa vez, por um dos organizadores em seu caderno de campo, a fala de um jovem boleiro traduzia: “tem que ter categoria”.

De maneira muito perspicaz, a agenda esportiva estabelecida no país – que os organizadores preferem denominar de “década esportiva” – dos Jogos Pan-Americanos (2007) aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos (2016), é o ob­jeto das incursões multidisciplinares desta coletânea.

Nessa média duração conjuntural, há no entanto outras temporalidades significativas. Além dos tempos específicos de cada ensaio e de cada prá­tica esportiva analisada, entrelaçam-se gerações de pesquisadores, seja como autores seja como referências aos balanços bibliográficos mais am­plos e às revisitações pontuais apresentadas.

As indagações acerca do legado acadêmico dessa década esportiva podem ser respondidas parcialmente pela própria constituição desse entrelaçamen­to. Há hoje no Brasil gerações diversas de pesquisadores que alargaram as fronteiras temáticas e revigoram, ora com frescor e inquietude, ora com ex­periência e maturidade, os debates metodológicos acerca das práticas espor­tivas e do que vem sendo definido como os Estudos Sociais do Esporte. Sim, temos massa crítica e volume investigativo de enorme qualidade.

Portanto, dos picos do skate às várzeas e arenas modernas; das piscinas às regatas e múltiplas topografias dos corpos; das expressões torcedoras às re­lações institucionais e políticas; da esportividade ameríndia entranhada na sociocosmologia do Alto Xingu às interseccionalidades sociais e das rela­ções de gênero; temos aqui um pouquinho de Brasil que pensa as práticas do esporte articulando visceralmente o campo acadêmico ao campo esportivo. (Flavio de Campos)

Enrico Spaggiari, Giancarlo Marques Carraro Machado, Sérgio Settani Giglio (orgs.) 

Luiz Henrique de Toledo; Martin Curi; Sérgio Settani Giglio; Enrico Spaggiari; Leonardo Brandão; Giancarlo Marques CDas artes e seus percursos sensíveisarraro Machado; Carlos Eduardo Costa; Miriam Adelman; Leonardo Turchi Pacheco; Cláudia Maria de Farias; Marcos Silbermann; Luiz Fernando Rojo; Arlei Sander Damo

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