A transterritorialidade de São Paulo Ver ampliado

A transterritorialidade de São Paulo

Autor: Silvio Luiz Lofego

ISBN: 978-85-64586-14-7

Formato: 14x21 cm

Paginas: 106

Mais detalhes

R$ 25,00

A transterritorialidade de São Paulo <p class="font_8"><strong>A partir da obra de Ernani Silva Bruno, o autor nos apresenta um panorama consistente sobre a formação e transformações da cidade de São Paulo.Também nos mostra que a busca por uma identidade produziu em São Paulo um movimento contraditório: ao mesmo tempo em que se negava o passado, dentro do ufanismo paulista, no qual se afirmava ser a cidade que mais crescia no mundo, era preciso produzir esse passado como referência de legitimação da bravura bandeirante.Mas que cidade era essa, capaz de reelaborar as estruturas do Estado brasileiro? A resposta mais encontrada na historiografia é simples: o café impulsiona a economia paulista, disponibiliza capital e faz crescer a cidade de São Paulo. O peso para economia brasileira, desse produto agrícola, é tão grande que faz os novos ricos paulistas tão orgulhosos do seu poder que se sentem na obrigação de reinventar a identidade nacional. Uma identidade articulada às suas origens, em detrimento das demais regiões do país. A ferrovia tecia uma nova rede de desenvolvimento brasileiro. O centro de origem da história brasileira teria, agora, a marca de um povo quatrocentão. Começa, nesse sentido, um processo de descolamentos. Novos sujeitos, novos signos, novos símbolos. Um novo Brasil. Nem mesmo o regime político escaparia à nova ordem.</strong></p> <p class="font_8"><strong>O corpo da memória vai sendo composto pelas conexões. Tempo, espaço e territorialidade se misturam na composição da identidade paulistana.</strong></p>
R$ 20,00

A partir da obra de Ernani Silva Bruno, o autor nos apresenta um panorama consistente sobre a formação e transformações da cidade de São Paulo.Também nos mostra que a busca por uma identidade produziu em São Paulo um movimento contraditório: ao mesmo tempo em que se negava o passado, dentro do ufanismo paulista, no qual se afirmava ser a cidade que mais crescia no mundo, era preciso produzir esse passado como referência de legitimação da bravura bandeirante.Mas que cidade era essa, capaz de reelaborar as estruturas do Estado brasileiro? A resposta mais encontrada na historiografia é simples: o café impulsiona a economia paulista, disponibiliza capital e faz crescer a cidade de São Paulo. O peso para economia brasileira, desse produto agrícola, é tão grande que faz os novos ricos paulistas tão orgulhosos do seu poder que se sentem na obrigação de reinventar a identidade nacional. Uma identidade articulada às suas origens, em detrimento das demais regiões do país. A ferrovia tecia uma nova rede de desenvolvimento brasileiro. O centro de origem da história brasileira teria, agora, a marca de um povo quatrocentão. Começa, nesse sentido, um processo de descolamentos. Novos sujeitos, novos signos, novos símbolos. Um novo Brasil. Nem mesmo o regime político escaparia à nova ordem.

O corpo da memória vai sendo composto pelas conexões. Tempo, espaço e territorialidade se misturam na composição da identidade paulistana.

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