Kierkegaard em diálogo com a tradição filosófica Ver ampliado

Kierkegaard em diálogo com a tradição filosófica

AutorMarcio Gimenes de Paula

 

 ISBN: 978-85-8499-045-0

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R$ 40,00

Kierkegaard em diálogo com a tradição filosófica <p align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>De Agostinho de Hipona a Vattimo, passando por muitos dos nomes mais significativos da tradição filosófica ocidental – Espinosa, Descartes, Hume, Rousseau, Kant, Arendt, Plantinga –, e terminando com um belo texto em que a “personagem filosófica” principal é a ironia de Sócrates, Marcio G. de Paula vai desenvolvendo paulatinamente momentos conceptuais incontornáveis da filosofia de Kierkegaard que na sua maior parte não se tornariam descortináveis se não fosse o triplo diálogo em que são aqui entendidos. Diálogo, logos diferencial, inseminado pelo tempo futuro e pelo conflito do Eu--Outro (Eu)... Assim, a concepção do diálogo exibida na presente obra consegue de facto disseminar aquela luz apropriada – não demasiado intensa nem demasiado fraca (como Nietzsche disse a propósito de Hamann) – de que a filosofia precisa para poder encarar de frente autores, como Kierkegaard, que voluntariamente se situaram numa espécie de margem interna do filosofar que bem pode designar-se como experimentação e dissidência.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>(do prefácio de José Miranda Justo)</strong></span></span></p>
R$ 32,00

De Agostinho de Hipona a Vattimo, passando por muitos dos nomes mais significativos da tradição filosófica ocidental – Espinosa, Descartes, Hume, Rousseau, Kant, Arendt, Plantinga –, e terminando com um belo texto em que a “personagem filosófica” principal é a ironia de Sócrates, Marcio G. de Paula vai desenvolvendo paulatinamente momentos conceptuais incontornáveis da filosofia de Kierkegaard que na sua maior parte não se tornariam descortináveis se não fosse o triplo diálogo em que são aqui entendidos. Diálogo, logos diferencial, inseminado pelo tempo futuro e pelo conflito do Eu--Outro (Eu)... Assim, a concepção do diálogo exibida na presente obra consegue de facto disseminar aquela luz apropriada – não demasiado intensa nem demasiado fraca (como Nietzsche disse a propósito de Hamann) – de que a filosofia precisa para poder encarar de frente autores, como Kierkegaard, que voluntariamente se situaram numa espécie de margem interna do filosofar que bem pode designar-se como experimentação e dissidência.

(do prefácio de José Miranda Justo)

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