A luta armada no cinema – ficção, documentário, memória Ver ampliado

A luta armada no cinema – ficção, documentário, memória

AutorFernando Seliprandy

ISBN: 978-85-8499-012-2

Formato: 16x23 cm

Paginas: 218

Mais detalhes

R$ 40,00

A luta armada no cinema – ficção, documentário, memória <p><span style="font-size: 12pt;"><span style="font-family: Garamond, serif;"><strong>A luta armada no cinema – ficção, documentário, memória</strong></span> </span></p> <p><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Garamond, serif;"><strong>Fernando Seliprandy</strong></span> </span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Garamond, serif;">O cinema brasileiro tem uma ampla filmografia sobre a ditadura militar brasileira, que acaba por compartilhar questões historiográficas e memórias produzidas pelos protagonistas daquele momento dramático. A luta armada dos anos 1960 e 1970 é um dos processos históricos mais representados pelo cinema de ficção e pelos documentários. Normalmente, os estudos de história enfocam um ou outro gênero, a parti r das relações entre o filme e a “realidade” que lhe é exterior. O caminho escolhido por Fernando Seliprandy neste livro vai na contramão destas tendências da historiografia. Ficção e documentário – </span><span style="font-family: Garamond, serif;"><em>O que é isso, companheiro?</em></span><span style="font-family: Garamond, serif;"> e </span><span style="font-family: Garamond, serif;"><em>Hércules 56 </em></span><span style="font-family: Garamond, serif;">– são analisados de maneira entrecruzada, nos quais as regras de gênero narrativo são cotejadas com o material histórico que lhes servem de referência, ou seja, o sequestro do embaixador estadunidense Charles Elbrick em 1969. Fernando Seliprandy realiza este cotejamento não para concluir qual filme fala a “verdade histórica”, ou se algum deles é fiel aos “fatos”. Ao contrário, os filmes são tomados como peças de intervenção no debate político e cultural. Neste senti do, tanto a ficção quanto o documentário, mesmo estando além e aquém do real, fazem parte da experiência histórica, formatando eventos, revendo tabus e construindo senti dos para o passado que não passa da ditadura brasileira.</span></span></p> <p class="western" style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="font-family: Garamond, serif;">Marcos Napolitano</span></strong></span></p> <p class="western" style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-size: 12pt;"><strong><span style="font-family: Garamond, serif;"><strong>Prêmio História Social – USP - Capes</strong></span></strong></span></p>
R$ 32,00

A luta armada no cinema – ficção, documentário, memória 

Fernando Seliprandy 

O cinema brasileiro tem uma ampla filmografia sobre a ditadura militar brasileira, que acaba por compartilhar questões historiográficas e memórias produzidas pelos protagonistas daquele momento dramático. A luta armada dos anos 1960 e 1970 é um dos processos históricos mais representados pelo cinema de ficção e pelos documentários. Normalmente, os estudos de história enfocam um ou outro gênero, a parti r das relações entre o filme e a “realidade” que lhe é exterior. O caminho escolhido por Fernando Seliprandy neste livro vai na contramão destas tendências da historiografia. Ficção e documentário – O que é isso, companheiro? e Hércules 56 – são analisados de maneira entrecruzada, nos quais as regras de gênero narrativo são cotejadas com o material histórico que lhes servem de referência, ou seja, o sequestro do embaixador estadunidense Charles Elbrick em 1969. Fernando Seliprandy realiza este cotejamento não para concluir qual filme fala a “verdade histórica”, ou se algum deles é fiel aos “fatos”. Ao contrário, os filmes são tomados como peças de intervenção no debate político e cultural. Neste senti do, tanto a ficção quanto o documentário, mesmo estando além e aquém do real, fazem parte da experiência histórica, formatando eventos, revendo tabus e construindo senti dos para o passado que não passa da ditadura brasileira.

Marcos Napolitano

Prêmio História Social – USP - Capes

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