Sons por detrás da cortina – música no leste europeu durante a Guerra Fria Ver ampliado

Sons por detrás da cortina – música no leste europeu durante a Guerra Fria

AutorSons por detrás da cortina – música no leste europeu durante a Guerra Fria

ISBN: 978-85-8499-010-8

Formato: 16x23 cm

Paginas: 340

Mais detalhes

R$ 50,00

Sons por detrás da cortina – música no leste europeu durante a Guerra Fria <p><span style="font-family: Garamond, serif; font-size: 12pt;"><strong>Sons por detrás da cortina – música no leste europeu durante a Guerra Fria</strong></span></p> <p><strong style="font-family: Garamond, serif; font-size: 10pt;">Marco Aurélio Scarpinella Bueno</strong></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Garamond, serif; font-size: 10pt;">A Guerra Fria criou dois sistemas antagônicos após a derrota da Alemanha nazista. De um lado os capitalistas de Washington pretendiam impedir que a União Soviética se transformasse em um império socialista mundial; do outro, os comunistas de Moscou formaram um enorme bloco de países socialistas satélites separados do restante da Europa por uma “Cortina de Fer­ro”, que os apartava de quaisquer interferências ocidentais.</span></p> <p class="western" style="text-align: justify;"><span style="font-family: Garamond, serif; font-size: 10pt;">No campo cultural é inegável que o totalitaris­mo imposto por Stálin na União Soviética, e difundido a todos os países que formaram o bloco comunista do leste europeu, trouxe as manifestações artísticas em geral, incluindo a música, para o crivo do controle político. Com a morte do “Grande Líder” e a desestalinização ocorrida a partir de 1956, os primeiros sopros de vanguarda começaram a aparecer no leste europeu, especialmente na Polônia graças ao festival Outono de Varsóvia, permitindo a livre expressão de ideias e o início de um importante intercâmbio entre músicos de diversas tendên­cias, mesmo que sob o olhar atento das autori­dades comunistas. </span></p> <p class="western" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Garamond, serif;">Em </span><span style="font-family: Garamond, serif;"><em>Sons por Detrás da Cortina</em></span><span style="font-family: Garamond, serif;">, sua mais nova imersão pela música clássica do século XX, o pesquisador Marco Aurélio Scarpinella Bueno aproxima compositores conhecidos como Wi­told Lutosławski, Krzystof Penderecki e Györ­gy Ligeti de seus pares menos famosos (e igualmente talentosos) como o tcheco Marek Kopelent e o alemão Udo Zimmermann, con­textualizando suas vidas e criações musicais a importantes eventos históricos como o festival Outono de Varsóvia, a Revolução Húngara, a Revolução de Veludo ou o surgimento do Muro de Berlim. </span></span></p> <p class="western" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt;"><span style="font-family: Garamond, serif;">Desta forma, a leitura de </span><span style="font-family: Garamond, serif;"><em>Sons por Detrás da Cortina </em></span><span style="font-family: Garamond, serif;">propõe uma melhor compreensão de como foi tênue o equilíbrio entre o isolacionismo cultural do leste europeu e a crescente influên­cia exercida pelos movimentos de vanguarda do pós-guerra, até a queda do Muro e a conse­quente derrocada da União Soviética.</span></span></p>
R$ 40,00

Sons por detrás da cortina – música no leste europeu durante a Guerra Fria

Marco Aurélio Scarpinella Bueno

A Guerra Fria criou dois sistemas antagônicos após a derrota da Alemanha nazista. De um lado os capitalistas de Washington pretendiam impedir que a União Soviética se transformasse em um império socialista mundial; do outro, os comunistas de Moscou formaram um enorme bloco de países socialistas satélites separados do restante da Europa por uma “Cortina de Fer­ro”, que os apartava de quaisquer interferências ocidentais.

No campo cultural é inegável que o totalitaris­mo imposto por Stálin na União Soviética, e difundido a todos os países que formaram o bloco comunista do leste europeu, trouxe as manifestações artísticas em geral, incluindo a música, para o crivo do controle político. Com a morte do “Grande Líder” e a desestalinização ocorrida a partir de 1956, os primeiros sopros de vanguarda começaram a aparecer no leste europeu, especialmente na Polônia graças ao festival Outono de Varsóvia, permitindo a livre expressão de ideias e o início de um importante intercâmbio entre músicos de diversas tendên­cias, mesmo que sob o olhar atento das autori­dades comunistas.

Em Sons por Detrás da Cortina, sua mais nova imersão pela música clássica do século XX, o pesquisador Marco Aurélio Scarpinella Bueno aproxima compositores conhecidos como Wi­told Lutosławski, Krzystof Penderecki e Györ­gy Ligeti de seus pares menos famosos (e igualmente talentosos) como o tcheco Marek Kopelent e o alemão Udo Zimmermann, con­textualizando suas vidas e criações musicais a importantes eventos históricos como o festival Outono de Varsóvia, a Revolução Húngara, a Revolução de Veludo ou o surgimento do Muro de Berlim.

Desta forma, a leitura de Sons por Detrás da Cortina propõe uma melhor compreensão de como foi tênue o equilíbrio entre o isolacionismo cultural do leste europeu e a crescente influên­cia exercida pelos movimentos de vanguarda do pós-guerra, até a queda do Muro e a conse­quente derrocada da União Soviética.

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