Ensaios sobre a singularidade Ver ampliado

Ensaios sobre a singularidade

Autor: Tony Hara

ISBN: 978-85-64586-16-1

Formato: 13x21 cm

Paginas: 164

Mais detalhes

R$ 40,00

Ensaios sobre a singularidade <p><span>Para o nascimento de uma sociedade de massa, a singularidade de cada indivíduo precisou ser trabalhada pelas instituições de poder, como a família, a escola, a igreja ou as redes de Tv. Para tornar a vida do Homem em rebanho mais fácil foi preciso moldar o indivíduo normal, idealizar a figura do sujeito bem sucedido, isto é, aquele que deseja e conquista aquilo que todos desejam. Fazer com que os indivíduos olhem e ambicionem a mesma coisa é um processo do esquecimento de si. O poder que hoje chamamos de controle da subjetividade promove o esquecimento daquilo que há de singular em nós, em nossos desejos e maneiras de viver. E a partir desse esquecimento de si, o controle instala em nós o ser-massa.</span><br /><span>Tony Hara escreveu esses ensaios ao longo de 10 anos. Eles registram as tentativas de afastar do pensamento o ser-massa. Talvez o termo mais propício para esse movimento da alma e da escrita seja desemburrar. Tanto no sentido de sair da ignorância sobre si mesmo, quanto no sentido de alegrar-se com o próprio pensamento. E a alegria vem dos encontros com o admirável. Os filósofos Friedrich Nietzsche e Michel Foucault são os admiráveis companheiros dessa jornada que procura entender a singularidade enquanto afirmação de uma arte de viver.</span></p>
R$ 32,00

Para o nascimento de uma sociedade de massa, a singularidade de cada indivíduo precisou ser trabalhada pelas instituições de poder, como a família, a escola, a igreja ou as redes de Tv. Para tornar a vida do Homem em rebanho mais fácil foi preciso moldar o indivíduo normal, idealizar a figura do sujeito bem sucedido, isto é, aquele que deseja e conquista aquilo que todos desejam. Fazer com que os indivíduos olhem e ambicionem a mesma coisa é um processo do esquecimento de si. O poder que hoje chamamos de controle da subjetividade promove o esquecimento daquilo que há de singular em nós, em nossos desejos e maneiras de viver. E a partir desse esquecimento de si, o controle instala em nós o ser-massa.
Tony Hara escreveu esses ensaios ao longo de 10 anos. Eles registram as tentativas de afastar do pensamento o ser-massa. Talvez o termo mais propício para esse movimento da alma e da escrita seja desemburrar. Tanto no sentido de sair da ignorância sobre si mesmo, quanto no sentido de alegrar-se com o próprio pensamento. E a alegria vem dos encontros com o admirável. Os filósofos Friedrich Nietzsche e Michel Foucault são os admiráveis companheiros dessa jornada que procura entender a singularidade enquanto afirmação de uma arte de viver.

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