Pântano Ver ampliado

Pântano

Autor: Edgar Cézar Nolasco

ISBN: 978-85-8499-000-9

Formato: 14x21 cm

Paginas: 110

Mais detalhes

R$ 25,00

Pântano <p><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>Pântano</strong></span></span></p> <p><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>Edgar Cézar Nolasco</strong></span></span></p> <p class="western"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>O autor vem publicando ficção desde 2002. De lá para cá, escreveu romances e contos, mas não tinha ainda se enveredado pelo poema em prosa, como acontece agora com </span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>Pântano</em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>. Sem abrir mão da prosa poética, dessa vez Nolasco se detém no gênero poesia, trazendo para o centro do poema uma vontade de dizer mais com menos palavras. Daí a brevidade dos textos. Diferentemente de seus outros livros, neste o autor tem por estofo de sua criação o próprio </span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>bios</em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>, mas não se trata de um texto memorialístico ou de ordem confessional.</span></span></p> <p class="western">“<span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Faço cinquenta anos já, escrevi 50 poemas, mas pode que</span></span><span style="font-family: 'Minion Pro', 'Minion Pro', serif;"><span> mais 1</span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>, e não</span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>quero morrer. Tenho um amor, três cachorros e sou um funcionário público digno. Tive terras, galinhas e uma família completa de gente brava. Todavia, abriria mão dos pantanosos poemas deste livro, pois que nem não me vejo poeta, não para voltar ao tempo da fotografia escolar, tirada aos nove anos, já que não sou nostálgico nem muito menos escrevo memórias, mas para assegurar a alegria – apesar de reconhecer que a poesia não salva ninguém de nada – da consciência de minha condição de </span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>pertença </em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>de homem da fronteira-Sul.”</span></span></p>
R$ 20,00

Pântano

Edgar Cézar Nolasco

O autor vem publicando ficção desde 2002. De lá para cá, escreveu romances e contos, mas não tinha ainda se enveredado pelo poema em prosa, como acontece agora com Pântano. Sem abrir mão da prosa poética, dessa vez Nolasco se detém no gênero poesia, trazendo para o centro do poema uma vontade de dizer mais com menos palavras. Daí a brevidade dos textos. Diferentemente de seus outros livros, neste o autor tem por estofo de sua criação o próprio bios, mas não se trata de um texto memorialístico ou de ordem confessional.

Faço cinquenta anos já, escrevi 50 poemas, mas pode que mais 1, e nãoquero morrer. Tenho um amor, três cachorros e sou um funcionário público digno. Tive terras, galinhas e uma família completa de gente brava. Todavia, abriria mão dos pantanosos poemas deste livro, pois que nem não me vejo poeta, não para voltar ao tempo da fotografia escolar, tirada aos nove anos, já que não sou nostálgico nem muito menos escrevo memórias, mas para assegurar a alegria – apesar de reconhecer que a poesia não salva ninguém de nada – da consciência de minha condição de pertença de homem da fronteira-Sul.”

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