Cerrado, Gerais, Sertão Ver ampliado

Cerrado, Gerais, Sertão

Autores: João Batista de Almeida Costa e Cláudia Luz de Oliveira

ISBN: 978-85-64586-19-2

Formato: 16x23 cm

Paginas: 386

Mais detalhes

R$ 50,00

Cerrado, Gerais, Sertão <p><span>Cerrado, Gerais, Sertão: Comunidades tradicionais nos sertões roseanos é um livro que resulta de um projeto coletivo de pesquisas realizadas pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Cultura, Processos Sociais, Sertão, da Universidade Estadual de Montes Claros. O projeto OPARÁ - tradições, identidades, territorialidades e mudanças entre populações rurais e ribeirinhas no Sertão Roseano envolveu, em sua substância, uma série de estudos centrados na comunidade tradicional nortemineira, e foi financiado pelo CNPq e pela Fapemig.</span><br /><span>No seu todo e na diferença entre cada trabalho pessoal, realizamos uma investigação solidária por meio de pesquisas de campo associadas a estudos e reflexões teóricas centradas nos conceitos do subtítulo do Projeto e num tema que perpassou todas as nossas investigações, pois se constituiu como o lugar social quase único dos trabalhos de campo: a comunidade tradicional.</span><br /><span>Á exceção de dois autores que compõem o grupo, todos os demais que investigaram e escreveram são originários de regiões de fronteira, ou de povoados e de cidades dos sertões do Norte de Minas. Falam, portanto, do mundo em que nasceram, ou para onde vieram viver.</span><br /><span>Convivemos com outro fato ainda mais impositivo e relevante. Desde um ponto de vista em que o olhar da ciência e o olhar de uma ética do próprio sentido e do destino do saber científico se encontram e buscam interagir, vivemos agora a aurora do tempo em que os que outrora olhávamos, agora nos olham. O " outro" , o " nativo" , o " objeto de pesquisa" que por décadas estudamos, investigamos, pesquisamos, interpretamos, analisamos, enfim, buscamos compreender segundo os termos de nossas lógicas e para os nossos usos, acadêmicos ou não, agora nos interrogam. Agora eles nos refazem as nossas perguntas - desde o ponto de vista deles - e também as perguntas deles. Devolvem-nos as nossas dúvidas e nos desafiam com as deles sobre eles próprios e, mais ainda, sobre nós, " caras pálidas" . E mais, agora eles escrevem sobre eles próprios, para eles e para nós. E escrevem também sobre nós e sobre o que durante muito tempo nós nos escrevemos - e não para eles - a respeito deles.</span></p>
R$ 40,00

Cerrado, Gerais, Sertão: Comunidades tradicionais nos sertões roseanos é um livro que resulta de um projeto coletivo de pesquisas realizadas pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Cultura, Processos Sociais, Sertão, da Universidade Estadual de Montes Claros. O projeto OPARÁ - tradições, identidades, territorialidades e mudanças entre populações rurais e ribeirinhas no Sertão Roseano envolveu, em sua substância, uma série de estudos centrados na comunidade tradicional nortemineira, e foi financiado pelo CNPq e pela Fapemig.
No seu todo e na diferença entre cada trabalho pessoal, realizamos uma investigação solidária por meio de pesquisas de campo associadas a estudos e reflexões teóricas centradas nos conceitos do subtítulo do Projeto e num tema que perpassou todas as nossas investigações, pois se constituiu como o lugar social quase único dos trabalhos de campo: a comunidade tradicional.
Á exceção de dois autores que compõem o grupo, todos os demais que investigaram e escreveram são originários de regiões de fronteira, ou de povoados e de cidades dos sertões do Norte de Minas. Falam, portanto, do mundo em que nasceram, ou para onde vieram viver.
Convivemos com outro fato ainda mais impositivo e relevante. Desde um ponto de vista em que o olhar da ciência e o olhar de uma ética do próprio sentido e do destino do saber científico se encontram e buscam interagir, vivemos agora a aurora do tempo em que os que outrora olhávamos, agora nos olham. O " outro" , o " nativo" , o " objeto de pesquisa" que por décadas estudamos, investigamos, pesquisamos, interpretamos, analisamos, enfim, buscamos compreender segundo os termos de nossas lógicas e para os nossos usos, acadêmicos ou não, agora nos interrogam. Agora eles nos refazem as nossas perguntas - desde o ponto de vista deles - e também as perguntas deles. Devolvem-nos as nossas dúvidas e nos desafiam com as deles sobre eles próprios e, mais ainda, sobre nós, " caras pálidas" . E mais, agora eles escrevem sobre eles próprios, para eles e para nós. E escrevem também sobre nós e sobre o que durante muito tempo nós nos escrevemos - e não para eles - a respeito deles.

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