O mito do fascismo: de Freud a Borges Ver ampliado

O mito do fascismo: de Freud a Borges

AutorFederico Finchelstein

ISBN: 978-85-8499-096-2

 

Mais detalhes

R$ 35,00

O mito do fascismo: de Freud a Borges <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Este quarto volume da coleção </span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>Contrassensos </em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>apresenta ao leitor brasileiro o trabalho de Federico Finchelstein, professor de História na </span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>The New School for Social Research</em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>. Em </span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>O mito do fascismo: de Freud a Borges</em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>, Finchelstein propõe retraçar os percursos que conduziram Sigmund Freud e Jorge Luis Borges a uma reflexão acerca das relações conceituais entre as vítimas do trauma e os mitos de seus perpetradores. Postula ser possível aproximar-se das obras de Freud e de Borges com o objetivo de considerar as dimensões ideológicas e míticas mais radicais do fascismo e do Holocausto. Para Finchelstein, Borges e Freud nos ajudam a pensar, a partir da exterioridade do mito, os limites e os alcances da dicotomia entre mito e razão e o modo pelo qual a ênfase nessa dicotomia fora central à ideologia do fascismo. Seu livro apresenta diferentes estratos de uma história do significado no fascismo a partir da perspectiva antifascista de Borges e de Freud. Assim, o autor busca compreender, nas teorias fascista e totalitária do mito político, o lugar que nelas ocupam a morte, o desejo e os processos de vitimação.</span></span></p>
R$ 28,00

Este quarto volume da coleção Contrassensos apresenta ao leitor brasileiro o trabalho de Federico Finchelstein, professor de História na The New School for Social Research. Em O mito do fascismo: de Freud a Borges, Finchelstein propõe retraçar os percursos que conduziram Sigmund Freud e Jorge Luis Borges a uma reflexão acerca das relações conceituais entre as vítimas do trauma e os mitos de seus perpetradores. Postula ser possível aproximar-se das obras de Freud e de Borges com o objetivo de considerar as dimensões ideológicas e míticas mais radicais do fascismo e do Holocausto. Para Finchelstein, Borges e Freud nos ajudam a pensar, a partir da exterioridade do mito, os limites e os alcances da dicotomia entre mito e razão e o modo pelo qual a ênfase nessa dicotomia fora central à ideologia do fascismo. Seu livro apresenta diferentes estratos de uma história do significado no fascismo a partir da perspectiva antifascista de Borges e de Freud. Assim, o autor busca compreender, nas teorias fascista e totalitária do mito político, o lugar que nelas ocupam a morte, o desejo e os processos de vitimação.

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