Festa no vazio – performance e contracultura nos encontros de arte moderna Ver ampliado

Festa no vazio – performance e contracultura nos encontros de arte moderna

AutorArtur Freitas

ISBN: 978-85-8499-093-1 

Mais detalhes

R$ 60,00

Festa no vazio – performance e contracultura nos encontros de arte moderna <p align="justify"><span style="font-family: 'Myriad Pro', 'Myriad Pro', sans-serif;"><span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>O que estava sendo proposto naquele momento era uma nova ideia de arte, para a qual a natureza e a vida eram fatores determinantes, associadas à criação concebida como processo e à exploração do irracional e do inconsciente. Na qualidade de manifestação vital, cabia à arte propor um novo tipo de relação com o mundo e com os outros seres. [...] É esse tipo de consciência que está na base das ações da vanguarda contracultural, atenta à proposição de novos modos de ser e de ver, em consonância com a recusa dos valores materialistas da sociedade capitalista e a reavaliação dos dados psíquicos, míticos e ritualistas. [...] Não há dúvida de que os artistas dos anos 1970 se empenharam ativamente na definição de uma nova sensibilidade, de um estado de plenitude sensorial e, por isso mesmo, estético, no qual o criador e o fruidor se encontrariam livres, por fim, dos entraves da percepção tradicional. Durante alguns anos, os </span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>Encontros de Arte Moderna</em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span> transmitiram essa nova atmosfera a uma cidade que se modernizava no plano material de acordo com uma lógica tecnocrática, enxertando nela um “corpo estranho”, baseado numa “retórica desviante” e na ênfase do dado vivencial. Esse momento singular, enraizado na “lógica do dissenso urbano”, é recriado de maneira crítica e sensível por Artur Freitas, um defensor convicto da utopia do corpo coletivo e da urgência da “festa no vazio” em todos os momentos de opressão e de constrangimento da fantasia e das pulsões vitais.</span></span></span></span></p> <p align="left"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>Annateresa Fabris - Universidade de São Paulo</strong></span></span></p>
R$ 48,00

O que estava sendo proposto naquele momento era uma nova ideia de arte, para a qual a natureza e a vida eram fatores determinantes, associadas à criação concebida como processo e à exploração do irracional e do inconsciente. Na qualidade de manifestação vital, cabia à arte propor um novo tipo de relação com o mundo e com os outros seres. [...] É esse tipo de consciência que está na base das ações da vanguarda contracultural, atenta à proposição de novos modos de ser e de ver, em consonância com a recusa dos valores materialistas da sociedade capitalista e a reavaliação dos dados psíquicos, míticos e ritualistas. [...] Não há dúvida de que os artistas dos anos 1970 se empenharam ativamente na definição de uma nova sensibilidade, de um estado de plenitude sensorial e, por isso mesmo, estético, no qual o criador e o fruidor se encontrariam livres, por fim, dos entraves da percepção tradicional. Durante alguns anos, os Encontros de Arte Moderna transmitiram essa nova atmosfera a uma cidade que se modernizava no plano material de acordo com uma lógica tecnocrática, enxertando nela um “corpo estranho”, baseado numa “retórica desviante” e na ênfase do dado vivencial. Esse momento singular, enraizado na “lógica do dissenso urbano”, é recriado de maneira crítica e sensível por Artur Freitas, um defensor convicto da utopia do corpo coletivo e da urgência da “festa no vazio” em todos os momentos de opressão e de constrangimento da fantasia e das pulsões vitais.

Annateresa Fabris - Universidade de São Paulo

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