Hannah Arendt e a crise do mundo moderno Ver ampliado

Hannah Arendt e a crise do mundo moderno

AutorJosé Sérgio F. de Carvalho . Crislei de Oliveira Custódio (orgs.)

ISBN: 978-85-8499-078-8

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R$ 50,00

Hannah Arendt e a crise do mundo moderno <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, Garamond, serif;"><span>A obra de Hannah Arendt tem despertado um inte­resse crescente entre educadores, intelectuais e pro­fissionais de educação. É provável que esse recente prestígio decorra, pelo menos em parte, do fato de que em seus escritos a crise na educação não seja concebida como mera decorrência de uma suposta obsolescência técnica das práticas pedagógicas. Daí porque a frenética sucessão de novas pedagogias e metodologias de trabalho é por ela vista antes como um sintoma da crise do que como sua potencial solu­ção. Ao pensar a crise na educação, Arendt a vincula às transformações políticas e culturais que marcaram a emergência do mundo moderno, mas não deixa de ressaltar a especificidade de seus desafios na socie­dade contemporânea. A compreensão dessa crise – que é do mundo moderno e que se espalha e toma forma própria na educação – exige que pensemos tanto o significado das transformações políticas e cul­turais que marcaram o século XX como seu impacto no campo específico das relações entre aqueles que já habitam o mundo e aqueles que nele chegam como “estrangeiros”: as crianças. Os ensaios aqui reunidos – escritos por alguns dos maiores estudiosos brasilei­ros e estrangeiros de seu pensamento, procuram elu­cidar algumas das questões centrais que emergem da leitura de sua obra, como as relações entre educação e o domínio do político, o papel da autoridade nas re­lações pedagógicas, a natalidade como razão de ser da educação ou ainda os vínculos entre pensamento, julgamento e consciência moral em Arendt.</span></span></p>
R$ 40,00

A obra de Hannah Arendt tem despertado um inte­resse crescente entre educadores, intelectuais e pro­fissionais de educação. É provável que esse recente prestígio decorra, pelo menos em parte, do fato de que em seus escritos a crise na educação não seja concebida como mera decorrência de uma suposta obsolescência técnica das práticas pedagógicas. Daí porque a frenética sucessão de novas pedagogias e metodologias de trabalho é por ela vista antes como um sintoma da crise do que como sua potencial solu­ção. Ao pensar a crise na educação, Arendt a vincula às transformações políticas e culturais que marcaram a emergência do mundo moderno, mas não deixa de ressaltar a especificidade de seus desafios na socie­dade contemporânea. A compreensão dessa crise – que é do mundo moderno e que se espalha e toma forma própria na educação – exige que pensemos tanto o significado das transformações políticas e cul­turais que marcaram o século XX como seu impacto no campo específico das relações entre aqueles que já habitam o mundo e aqueles que nele chegam como “estrangeiros”: as crianças. Os ensaios aqui reunidos – escritos por alguns dos maiores estudiosos brasilei­ros e estrangeiros de seu pensamento, procuram elu­cidar algumas das questões centrais que emergem da leitura de sua obra, como as relações entre educação e o domínio do político, o papel da autoridade nas re­lações pedagógicas, a natalidade como razão de ser da educação ou ainda os vínculos entre pensamento, julgamento e consciência moral em Arendt.

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