Religião e religiosidades, escravidão e mestiçagens Ver ampliado

Religião e religiosidades, escravidão e mestiçagens

AutorEduardo França Paiva, Isnara Pereira Ivo, Marcia Amantino (orgs.), Suely Creuza Cordeiro de Almeida, Judith Faberman, Maria de Deus Manso, Eliane Garcindo de Sá, Marcos Antonio de Almeida, Carlos Engemann, Florencia Guzmán, Jonis Freire, Edvânia Gomes da Silva

ISBN: 978-85-8499-067-2

Mais detalhes

R$ 45,00

Religião e religiosidades, escravidão e mestiçagens <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;">Cumpriram-se em 2016 onze anos de criação do Simpósio Es­cravidão: sociedades, culturas, economia e trabalho, sediado no Departamento de História da UFMG. Rapidamente o sim­pósio acabou por ser conhecido e reconhecido academica­mente como </span><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><em>Grupo Escravidão e Mestiçagens</em></span></span><span style="font-family: Garamond, serif;">, transformado em Rede de Grupos de Pesquisa Escravidão e Mestiçagens-R­GPEM, em 2015. E é sobre este alicerce que as pesquisas de seus afiliados vêm se desenvolvendo, sempre buscando discu­tir conceitos que giram em torno da história da escravidão e das mestiçagens. Isto não significa, entretanto, que os partici­pantes comunguem da mesma perspectiva teórico-metodoló­gica e se dediquem ao mesmo recorte espaço-temporal. Pelo contrário, o que atraiu e continua atraindo os pesquisadores para o grupo é exatamente a possibilidade diversa de diálogo e de trocas acadêmicas a partir dos objetos comuns de pes­quisa. Além disto, o grupo tem procurado produzir histórias em perspectiva comparada, entendendo que o fazer histórico necessita de consonância com outras localidades, tempora­lidades e, acima de tudo, com outras historiografias. São as conexões, em maior ou menor escala, que dão sentido às aná­lises desenvolvidas pelos pesquisadores.</span></p>
R$ 36,00

Cumpriram-se em 2016 onze anos de criação do Simpósio Es­cravidão: sociedades, culturas, economia e trabalho, sediado no Departamento de História da UFMG. Rapidamente o sim­pósio acabou por ser conhecido e reconhecido academica­mente como Grupo Escravidão e Mestiçagens, transformado em Rede de Grupos de Pesquisa Escravidão e Mestiçagens-R­GPEM, em 2015. E é sobre este alicerce que as pesquisas de seus afiliados vêm se desenvolvendo, sempre buscando discu­tir conceitos que giram em torno da história da escravidão e das mestiçagens. Isto não significa, entretanto, que os partici­pantes comunguem da mesma perspectiva teórico-metodoló­gica e se dediquem ao mesmo recorte espaço-temporal. Pelo contrário, o que atraiu e continua atraindo os pesquisadores para o grupo é exatamente a possibilidade diversa de diálogo e de trocas acadêmicas a partir dos objetos comuns de pes­quisa. Além disto, o grupo tem procurado produzir histórias em perspectiva comparada, entendendo que o fazer histórico necessita de consonância com outras localidades, tempora­lidades e, acima de tudo, com outras historiografias. São as conexões, em maior ou menor escala, que dão sentido às aná­lises desenvolvidas pelos pesquisadores.

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