Família joga bola – jovens futebolistas na várzea paulistana Ver ampliado

Família joga bola – jovens futebolistas na várzea paulistana

AutorEnrico Spaggiari

ISBN: 978-85-8499-070-2

Mais detalhes

R$ 60,00

Família joga bola – jovens futebolistas na várzea paulistana <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Etnografia urbana de boa cepa, este é o resultado de uma longa trajetória de pesquisa incluindo o trabalho de campo que deu suporte à tese defendida em 2014 – da qual este livro é uma versão aprimorada – e à dissertação, concluída em 2009, ambas apresentadas ao PPG em Antropologia Social da USP. Além do trabalho de campo meticuloso esta etnografia se destaca por sua escrita fluída e consistência teórica.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>Não é errado dizer que o livro trata da formação de jogadores e que seu universo empírico são os circuitos que tangenciam os centros especializados, em geral vinculados a clubes de primeira e segunda divisões e a agentes interessados em dividendos. Há de ser acrescentado, porém, que a etnografia vai muito além e, como bem o define seu autor, o interesse se desloca da formação de jogadores para a constituição da pessoa desses jovens futebolistas: sujeitos lapidados socialmente em meio às agruras características das classes trabalhadoras urbanas, permeados por desafios de toda ordem – muito além daqueles que o treinamento e a competitividade impõe – e prenhes de esperanças, sonhos, ilusões e, eventualmente, realizações.</span></span></p> <p class="western" align="justify"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span>A etnografia se destaca pela qualidade e diversidade de narrativas de projetos de jogadores em trânsito pelos circuitos de formação, no decurso dos quais vão sendo descortinadas as finas teias que conectam diferentes mundos. Entre o futebol profissional e o amador (a várzea), o espectro da dádiva e do interesse, os “aparentamentos” que forjam coletivos de cooperação e conflito, múltiplos cenários de periferia urbana que se projetam em horizontes ampliados, tramam-se identificações de classe, de gênero e de geração. Eis um trabalho de fôlego, exitoso na articulação entre diferentes vertentes teóricas da antropologia e a polifonia que, observada em campo, é devidamente preservada na escrita.</span></span></p> <p class="western"><span style="font-family: Garamond, serif;"><span><strong>Arlei Sander Damo</strong></span></span></p>
R$ 48,00

Etnografia urbana de boa cepa, este é o resultado de uma longa trajetória de pesquisa incluindo o trabalho de campo que deu suporte à tese defendida em 2014 – da qual este livro é uma versão aprimorada – e à dissertação, concluída em 2009, ambas apresentadas ao PPG em Antropologia Social da USP. Além do trabalho de campo meticuloso esta etnografia se destaca por sua escrita fluída e consistência teórica.

Não é errado dizer que o livro trata da formação de jogadores e que seu universo empírico são os circuitos que tangenciam os centros especializados, em geral vinculados a clubes de primeira e segunda divisões e a agentes interessados em dividendos. Há de ser acrescentado, porém, que a etnografia vai muito além e, como bem o define seu autor, o interesse se desloca da formação de jogadores para a constituição da pessoa desses jovens futebolistas: sujeitos lapidados socialmente em meio às agruras características das classes trabalhadoras urbanas, permeados por desafios de toda ordem – muito além daqueles que o treinamento e a competitividade impõe – e prenhes de esperanças, sonhos, ilusões e, eventualmente, realizações.

A etnografia se destaca pela qualidade e diversidade de narrativas de projetos de jogadores em trânsito pelos circuitos de formação, no decurso dos quais vão sendo descortinadas as finas teias que conectam diferentes mundos. Entre o futebol profissional e o amador (a várzea), o espectro da dádiva e do interesse, os “aparentamentos” que forjam coletivos de cooperação e conflito, múltiplos cenários de periferia urbana que se projetam em horizontes ampliados, tramam-se identificações de classe, de gênero e de geração. Eis um trabalho de fôlego, exitoso na articulação entre diferentes vertentes teóricas da antropologia e a polifonia que, observada em campo, é devidamente preservada na escrita.

Arlei Sander Damo

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